Segurança e Benefícios de Adoçantes com Baixo Teor ou sem Calorias

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11 de outubro de 2018 —Rosanne Rust MS, RDN, LDN  —

Ao contrário dos adoçantes calóricos, os adoçantes de baixo teor ou sem calorias proporcionam aos consumidores a doçura que desejam sem adicionar calorias ou carboidratos à dieta. Muitos adoçantes de baixo teor ou sem calorias (low and no calorie sweeteners, LNCS na sigla em inglês) têm décadas de pesquisa em seus históricos e inúmeros benefícios na perda de peso, no controle do diabetes e na saúde. A segurança dos adoçantes, incluindo a sacarina, aspartame, sucralose, estévia, acessulfame de potássio (ou acessulfame-K) e a alulose, foi pesquisada.

Por quê?
Por que precisamos de LNCSs? A maioria das pessoas sabe que a obesidade é um problema nos Estados Unidos e em todo o mundo. Muitos dos produtos ‘light’ e de calorias reduzidas disponíveis para assistir na redução de calorias na gestão do peso ou controle do açúcar sanguíneo no diabetes não estariam no mercado sem os LNCSs. Foi demonstrado que a redução de açúcar na dieta ajuda a reduzir calorias, e possivelmente a reduzir os riscos de doenças, incluindo a síndrome metabólica, a qual pode levar ao risco de diabetes e doenças cardíacas. Os LNCSs tiveram um enorme impacto em muitas categorias de alimentos, incluindo as bebidas açucaradas, o que pode auxiliar na redução geral do açúcar na dieta.

Fatos básicos
A variedade de opções no mercado hoje oferece propriedades que os tornam um atrativo em várias categorias de alimentos.

A sacarina é 300-500 vezes mais doce que o açúcar, e vem sendo utilizada como adoçante não calórico há mais de um século. Além de seu papel como ingrediente para adoçar alimentos e bebidas, é também um adoçante de mesa vendido sob a marca Sweet n’Low®.

O aspartame é quase 200 vezes mais doce que o açúcar e tem um sabor semelhante ao açúcar, tornando-o adequado para uma variedade de produtos como bebidas e gomas de mascar. É também um adoçante de mesa e utilizado sob o nome da marca Equal®.

A sucralose é 600 vezes mais doce que o açúcar e é estável ao calor. A sucralose adoça uma série de alimentos e bebidas, e também está disponível sob a marca Splenda® No Calorie Sweetener.

A estévia é um adoçante derivado da planta stevia rebaudiana bertoni produzido do extrato de suas folhas, e é 200 a 300 vezes mais doce que o açúcar. Este adoçante não calórico é utilizado como adoçante de mesa sob as marcas Stevia in the Raw® e Truvia®. Pode ser utilizada em uma variedade de receitas e é estável ao calor.

O acessulfame de potássio pode ser utilizado em misturas para bebidas, bem como em bebidas carbonadas. É altamente estável ao calor, tornando-o um atrativo para muitos tipos de produtos. Pode ser combinado com aspartame e sucralose para melhorar o perfil do sabor. É utilizado em bebidas, iogurte, sorvete, geleias, panificação, pasta de dente, antissépticos bucais e goma de mascar.

A alulose é um açúcar de baixo teor calórico com um sabor puro. Como é absorvido, mas não metabolizado, não tem efeito sobre o açúcar sanguíneo ou resposta à insulina.

Dado que cada adoçante possui características únicas no processamento de alimentos, algumas vezes os LNCSs são utilizados de forma conjunta. A indústria alimentícia testa receitas até produzir um produto aceitável para o consumidor e que tenha o sabor, a textura e a atratividade da sua contraparte com maior teor calórico.

Histórico e segurança

  • A sacarina foi descoberta há mais de cem anos e aprovada em mais de 100 países em todo o mundo. A sacarina é um adoçante não nutritivo que não é metabolizado pelo organismo (passa pelo organismo inalterado). Os estudos anteriores realizados em animais que questionaram sua segurança não são considerados relevantes para seres humanos, e mesmo nos 14 estudos de animais de geração única envolvendo várias espécies de animais, a sacarina não demonstrou indução ao câncer em nenhum órgão, mesmo em doses excepcionalmente altas.
  • O aspartame foi aprovado para uso nos Estados Unidos em 1981. Segundo a Administração de Alimentos e Medicamentos norte-americana (FDA): “o aspartame é uma das substâncias mais exaustivamente estudadas no abastecimento alimentar humano, com mais de 100 estudos que respaldam sua segurança”. É composto por dois aminoácidos de ocorrência natural (fenilalanina e ácido aspártico) e metanol.
  • A estévia é utilizada há séculos na América do Sul como chá ou adoçante. No mercado norte-americano é utilizada desde meados dos anos 90. A estévia é aprovada pela FDA como um aditivo alimentar e está na lista “Geralmente Reconhecidos como Seguros” (Generally Recognized As Safe, GRAS na sigla em inglês). É também aprovada como segura para o uso globalmente por importantes autoridades médicas e científicas, incluindo a Autoridade de Segurança Alimentar Europeia (EFSA) e o Comitê Conjunto de Peritos em Aditivos Alimentares (JECFA).
  • A sucralose é aprovada para o uso desde 1998 e sua segurança foi validada por várias organizações de saúde, incluindo a FDA, a Autoridade de Segurança Alimentar Europeia, o Departamento de Saúde do Canadá e outros.
  • O acessulfame-K foi aprovado pela FDA em 1988, estudado extensivamente e também aprovado pelo Comitê Conjunto de Peritos em Aditivos Alimentares da Organização Mundial da Saúde e pelo Comitê Científico de Alimentos da União Europeia. É absorvido pelo organismo e passa inalterado na urina.
  • A alulose ingressou no mercado em 2015, e é classificada GRAS pela FDA para uso como ingrediente alimentar e em combinação com outros adoçantes.

Conceitos errôneos comuns

Perda de peso e diabetes
O mero consumo de LNCSs não promoverá a perda de peso, contudo não há informação de que contribuem para o aumento de peso. A obesidade é um transtorno complexo e o tratamento deve ser individualizado. Os LNCSs podem, no entanto, auxiliar na redução dos riscos associados à obesidade quando produtos de calorias integrais são substituídos por produtos adoçados com LNCSs. Uma pesquisa entre os membros do Registro Nacional de Controle de Peso que conseguiram manter o peso indicou que os LNCSs auxiliam na gestão do peso. O uso de produtos de baixo teor calórico pode ajudar tanto na redução como na manutenção do peso, e podem auxiliar na manutenção de uma dieta para o diabetes. Os LNCSs também não afetam os níveis de glicose sanguínea ou da insulina.

Cárie dentária
Os LNCSs são utilizados para reduzir calorias em bebidas, como adoçantes de mesa, em gomas de mascar, doces, sorvetes, geleias, glacês, iogurtes e bebidas, e também são utilizados em alguns medicamentos (como xarope e pastilhas para tosse). Todas estas aplicações podem ajudar a reduzir o risco de cáries dentárias.

Saúde intestinal
O estudo do microbioma intestinal é uma nova fronteira na ciência. É possível que a saúde intestinal tenha impacto na saúde geral de todos os sistemas do organismo. Um estudo concluiu que a Splenda® (sucralose) promoveu a disbiose com expansão de protobactéria em camundongos. A pesquisa acerca do impacto de dietas na saúde intestinal está apenas emergindo, mas os LNCSs podem desempenhar um papel positivo.

Resumo
Para serem utilizados em nosso abastecimento alimentar, os adoçantes de baixo teor e sem calorias são aprovados e regulamentados pela FDA. Estes adoçantes podem desempenhar um papel em um estilo de vida saudável que combina hábitos alimentares sensatos e atividade física.

Um estilo de vida equilibrado inclui porções moderadas de uma variedade de alimentos juntamente com a atividade física regular. Não deixe de compartilhar os fatos com seus pacientes utilizando fontes adequadas e científicas. Os adoçantes de baixo teor ou sem calorias podem ajudar seus pacientes a atingir suas metas de reduzir o açúcar na dieta.

Rosanne Rust MS, RDN, LDN é uma nutricionista clínica e dietética credenciada com mais de 25 anos de experiência. Rosanne é colaboradora remunerada da Allulose.org. Como Consultora de Comunicação Nutricional ela apresenta mensagens claras, ajudando-os a entender a ciência da nutrição para que possam ter uma alimentação saudável. Rosanne é coautora de vários livros, incluindo DASH Diet For Dummies® e The Glycemic Index Cookbook For Dummies®. Ela é esposa e mãe de três meninos; pratica o que prega com atividades físicas regulares, boa comida e diversão festiva. Siga-a no Twitter @RustNutrition.


The effect of a new mixture of sugar and sugar-alcohols compared to sucrose and glucose on blood glucose increase and the possible adverse reactions: A phase I double-blind, three-way randomized cross-over clinical trial

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Endocrinol Diabetes Nutr. 2019. https://doi.org/10.1016/j.endinu.2018.12.008

Mohsenpour MA, Kaseb F, Nazemian R, et al.

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Objective

  • To
    examine the effect of a new mixture of sugars and sugar alcohol on the
    postprandial blood glucose levels and its possible gastrointestinal (GI)
    adverse reactions in human adults.

Background

  • Various compounds such as sugars, sugar
    alcohols and non-sugar compounds (stevia, xylitol, and aspartame) have
    been introduced to induce the sweet taste in food industry.
  • Lacritose, a new sweetener, was recently introduced
    by mixing the following four sugars: lactose, fructose, sucrose, and
    erythritol.
  • Although previous studies have shown sugars can
    interact each other during absorption in the intestine and slowdown or
    increase each other’s absorption, further research is needed regarding the
    glycemic response and possible gastrointestinal adverse reactions associated
    with Lacritose.

Methods

  • Forty participants, including 20 diabetic
    patients and 20 healthy individuals, ages 20-60 (mean age = 40) were
    enrolled between February and October of2016.
  • A double-blind, three way randomized cross-over
    clinical trial was conducted in which each participant served as his/her
    own control. After fasting overnight for at least 10 hours, participants
    were randomly given 300ml servings of three beverages containing 50g
    glucose, sucrose and lacritose. Blood samples were collected before and
    afterwards every 30 minutes for up to 2 hours. 
  • Demographic data was collected and
    anthropometric assessments were conducted on each intervention day.  A gastrointestinal reaction questionnaire,
    which assessed pain in the stomach and abdomen, heartburn, reflux,
    appetite, etc., was completed for each participant one day after the
    intervention day by a trained nutritionist on the phone.

Findings

  • Mean blood glucose was significantly lower
    during consumptions of lacritose compared to sucrose and glucose (mean±
    standard error (SE) for lacritose: 114.9 ± 2.5, glucose:154.8 ± 5.0,
    sucrose: 134.3 ± 4.0, P-value <0.001). 
    Also the increasing of blood glucose at different times was
    significantly different between the three drinks.
  • In both participants with diabetes mellitus and
    healthy subjects, blood glucose was significantly lower after ingesting
    lacritose when compared to other beverages, after adjustment for BMI,
    gender, age and rolling method (P-value <0.05).
  • The number of participants reporting abdominal
    pain, epigastric pain and also nausea after ingestion of the test
    beverages were higher when they ingested lacritose.  However the difference between beverages
    were not statistically significant for abdominal pain (P-value = 0.165),
    epigastric pain (P-value = 0.097) and nausea (P-value = 0.717).

Conclusions

  • Blood glucose levels were significantly lower
    after ingestion of one 50 g dose of lacritose, as compared to identical servings
    of glucose and sucrose.
  • Although lacritose contains lactose, the
    gastrointestinal adverse reactions after its ingestion was not
    significantly different compared to glucose and sucrose.
  • Further studies with more study participants
    examining the long-term effects of lacritose on appetite, body weight and
    other metabolic markers of long-term glucose control are recommended.

Points to Consider

  • The present study included a sample of only 40
    participants and did not assess the effect of lacritose on appetite, insulin
    response and long-term outcomes.
  • The long-term effect of lacritose on overall
    health are unknown and given its relatively high amount of lactose and
    erythritol, they may be adverse reactions associated with long-term use.  

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Welcome Warmer Weather with a Garden

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By: Jill Weisenberger, MS, RDN, CDE, FAND —

I can’t remember a time when I didn’t love food. My love of eating and trying new foods, especially health-boosting plants, eventually led me to a love for cooking. These days, I love to have fun in the kitchen and create new combinations of my favorite foods, try spices I’ve never cooked with before and experiment with ways to “healthify” my recipes. That means reducing saturated fats, sodium and added sugars and using plenty of fruits, vegetables and herbs.

In recent years, I’ve been fortunate to learn more about how food goes from farm to table. I’ve met farmers and others in the food industry who play a role in delivering safe and delicious food. Something else unexpected happened: I got interested in growing food! No, I’ll never be a farmer, and I’ll probably never be able to prepare a meal entirely from food my family grows, but I do get a thrill from watching my small fig tree go from a bare stick to an actual tree that sprouts leaves in early spring and grows tiny brown fruit late in the summer. Maybe this will be the year of my tree’s young life that figs will grow big, juicy and plentiful. Also in my yard are tomatoes, cucumbers, asparagus, eggplants and herbs, herbs and more herbs. At various times, we’ve grown lettuce, peanuts, broccoli, sunflowers, peppers, pumpkin, cantaloupe, blueberries, strawberries, summer squash and a few other summer vegetables.

For the Love of Gardening

In addition to nature’s bounty, there’s plenty to love about gardening, whether you choose to grow food or flowers.

  • You experience the joy of nurturing and creating. Putting your hands in the dirt and tending to something growing is calming, satisfying and, to many people, spiritual.
  • Gardening helps you unplug from a noisy, fast-paced world.
  • You can pick your crops at their peak of ripeness and when you’re ready to eat them. Fresh fruits and vegetables provide the most nutrition when they are eaten shortly after harvest. It is very rewarding to go out in my backyard just before dinner to pick a few asparagus and herbs and toss them lightly with oil before heating and then eating.
  • If you grow fruits and vegetables, you might eat more of them. And that’s critically important, as most Americans fall woefully short of the recommended servings of these disease-fighting foods.
  • Gardening gives you exercise with a purpose. Bending, stretching, digging, even pulling weeds count as light exercise. This is a terrific way to decrease our sedentary time. Too much sitting and too little activity are linked to chronic diseases like type 2 diabetes and heart disease.

Even if you’re not ready to dig into the earth or if you don’t have a yard to dig, you can enjoy a small container garden. Visit a nursery to pick out a container and a few types of seeds or plants.

Serve Up Nature’s Bounty Deliciously

This is the most delightful time of year to bring a boatload of nutritious fruits and vegetables into your kitchen. The freshest produce burst with flavor and often need nothing more than a good rinse before serving. Enjoy tomatoes, cucumbers, berries and so many more spring and summer beauties straight out of hand. Try these simply prepared combinations too, all of which are made sweeter and more delicious with stevia extract. Interestingly, stevia is a plant related to a common flower that may be in your garden – chrysanthemum or mum, for short.

  • Place sliced fresh tomatoes and peaches on a plate. Sprinkle with fresh basil leaves, and drizzle with a dressing of sherry vinegar, olive oil, stevia and salt and pepper.
  • Freeze your favorite combination of berries. Using a food processor, mix frozen berries, water and stevia until mostly smooth. Freeze the mixture in a popsicle mold or ice tray for a frozen treat.
  • Flavor iced tea with lemon or orange slices, stevia and either basil or mint leaves.

I hope you’ll get outside and grow something delicious!

 

Jill Weisenberger, MS, RDN, CDE, FAND has worked as both a nutrition counselor and a diabetes educator in the hospital and research settings, and now in private practice in Newport News, VA. Jill is the author of Diabetes Weight Loss – Week by Week and two upcoming books, The Overworked Person’s Guide to Better Nutrition and 21 Things You Need to Know about Diabetes and Your Heart. She is a member of the Academy of Nutrition and Dietetics, the American Association of Diabetes Educators and the American Diabetes Association. Jill is a paid contributor to Sucralose.org. Follow Jill on Twitter @NutritionJill and find more at www.JillWeisenberger.com.

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La función de los edulcorantes de bajas calorías en la prevención y el manejo del sobrepeso y la obesidad

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Una reciente revisión publicada en la revista Proceedings of the Nutrition Society analizó los resultados de estudios de intervención a fin de determinar si las declaraciones que socavan la teoría de que los edulcorantes de bajas calorías afectan la ingesta de calorías y, por lo tanto, el peso corporal, están fundamentadas científicamente. [Peter J. Rogers, Universidad de Bristol] Rogers proporciona una breve revisión del sabor dulce y tres hipótesis que han dado lugar a afirmaciones de que los edulcorantes de bajas calorías podrían no ser beneficiosas para el aumento de peso. Si bien la preferencia por los sabores dulces es innata, la función del gusto por lo dulce de los seres humanos es menos clara. Algunos proponen la hipótesis de que la preferencia de los neonatos por lo dulce garantiza una ingesta adecuada, si bien no queda claro por qué la preferencia por los nutrientes con mayor densidad calórica no es primaria.  Los esfuerzos por tener un mejor entendimiento sobre el sabor dulce se han valido de varios compuestos dulces, mientras que otros estudios han explorado la relación entre el sabor dulce y la ingesta alimentaria, basándose en tres hipótesis:

  • Los edulcorantes de bajas calorías interfieren en el control de la ingesta de energía (hipótesis de confusión por el sabor dulce);
  • la exposición a sabores dulces aumenta el deseo de consumirlos (hipótesis del antojo por lo dulce);
  • los consumidores podrían sobrecompensar conscientemente las calorías que se “ahorraron” cuando saben que consumen edulcorantes de bajas calorías (hipótesis de sobrecompensación consciente).

Rogers revisa la evidencia de estudios en humanos, animales y metanálisis, y declara: “Los metanálisis recientes de estudios controlados, aleatorizados, condensados y de largo plazo, con participantes humanos hallaron evidencia clara de que el consumo de edulcorantes de bajas calorías, en comparación con el consumo de azúcar, efectivamente reduce la ingesta de energía y el peso corporal”. Estudios de laboratorio han mostrado que los adultos y los niños, de hecho, consumen más calorías en las comidas de prueba luego de consumir edulcorantes de bajas calorías, que después de consumir una precarga de azúcar. Sin embargo, la ingesta total de la precarga y la comida es menor cuando las personas consumen edulcorantes de bajas calorías que cuando consumen azúcares. Debido a que los estudios de laboratorio podrían no dar resultados similares a los producidos en situaciones “reales”, también realizaron estudios de largo plazo y mostraron que el tamaño del efecto de los edulcorantes de bajas calorías en comparación con azúcar es de −1·41 (IC del 95 % −2·62, −0·20) kg en los adultos y de −1·02 (IC del 95 % −1·52, −0·52) kg en los niños. Los estudios prospectivos tampoco muestran ninguna asociación general entre el consumo de edulcorantes de bajas calorías y el peso corporal, aunque cabe notar que la causalidad inversa puede ser evidente en algunos estudios con efecto. Por último, estudios con roedores han mostrado que los edulcorantes de bajas calorías redujeron el peso o no tuvieron ningún efecto en ratas y ratones.

Al revisar los estudios con animales que se realizaron para determinar si los edulcorantes de bajas calorías interferían en el control aprendido de la ingesta de energía, Rogers señala que los hallazgos de los primeros estudios no se reprodujeron y que los resultados contradicen la hipótesis de confusión de sabores. Además, señala un problema con el razonamiento de que el sabor dulce podría ser una guía útil para el control de la ingesta de energía porque el nivel de dulzura no predice de manera confiable el contenido energético de los distintos alimentos y bebidas de la dieta humana.

Por último, Rogers evaluó la evidencia de que las personas podrían sobrecompensar y consumir más calorías de las que se “ahorraron” al consumir un producto con edulcorantes de bajas calorías, en comparación con un producto con azúcar. Señala que se realizaron estudios de laboratorio de corta duración para reducir el riesgo de que las personas pudieran distinguir los productos endulzados con edulcorantes de bajas calorías de los endulzados con azúcar. Esto difiere de situaciones reales en las cuales los consumidores probablemente sean conscientes de que están consumiendo un producto de relativamente bajo aporte energético. El autor declara: “En resumen, hay poca evidencia de compensación consciente por el consumo de edulcorantes de bajas calorías”. Sin embargo, en los estudios no se han modelado todos los usos diarios de los edulcorantes de bajas calorías. Por ejemplo, aunque pueda haber poco o nada de compensación consciente cuando se sustituyen azúcares con edulcorantes de bajas calorías como parte de una dieta para bajar de peso con conteo de calorías, puede producirse una compensación o una sobrecompensación cuando se usa la opción de edulcorantes de bajas calorías como excusa para permitirse un alimento. Por último, puede descartarse la compensación consciente como influencia en la ingesta general de energía si los consumidores no saben que están consumiendo edulcorantes de bajas calorías.

Rogers llegó a las siguientes conclusiones respecto a cada una de las declaraciones consideradas:

  • Los edulcorantes de bajas calorías y la ingesta de energía: “El nivel de dulzura no es un predictor confiable de la densidad energética”, por lo tanto, se absuelve a los edulcorantes de bajas calorías de la acusación de interferir en el control de la ingesta de energía.
  • Los edulcorantes de bajas calorías y el antojo de dulces: Se indica en estudios que el consumo de bebidas que contienen edulcorantes de bajas calorías no aumenta la ingesta de energía en comparación con tomar agua y puede tener la ventaja, hasta cierto punto, de satisfacer el antojo de dulces cuando se consumen poco antes de una comida o con una comida.
  • Los edulcorantes de bajas calorías y la sobrecompensación: “Hay poca evidencia de compensación consciente por el consumo de edulcorantes de bajas calorías”. Cuando se usan comidas de prueba para la ingesta previa, se compensa parcialmente la diferencia en el contenido energético de los edulcorantes de bajas calorías en comparación con el de azúcares.

La conclusión general es que el actual cuerpo de evidencia parece indicar que se puede esperar que los edulcorantes de bajas calorías reduzcan la ingesta general de azúcar y que, como mínimo, cualquier efecto contraproducente de los edulcorantes de bajas calorías quede superado por la compensación incompleta del contenido energético reducido de los alimentos y las bebidas con edulcorantes de bajas calorías.


O papel dos adoçantes de baixo teor calórico na prevenção e controle do sobrepeso e obesidade

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13 de dezembro de 2017 — Uma revisão recente publicada na Proceedings of the Nutrition Society examinou os resultados dos estudos de intervenção para determinar se as alegações que comprometem a teoria de que adoçantes de baixo teor calórico (low-calorie sweeteners, LCS na sigla em inglês) afetam a ingestão de calorias, e portanto o peso corporal, são comprovadas cientificamente. [Peter J. Rogers, Universidade de Bristol] Rogers apresenta uma breve revisão do sabor doce e três hipóteses que resultaram em alegações de que LCSs podem não ser benéficos no aumento de peso. Enquanto que a preferência pelo sabor doce é inata, a função da preferência humana pelo sabor doce não é tão clara. Alguns adotam a hipótese de que a preferência do recém-nascido pelo sabor doce assegura a ingestão adequada, embora não esteja claro por que a preferência por nutrientes com maior densidade calórica não é primária. Os estudos para entender o sabor doce utilizaram vários compostos doces, porém outros exploraram a relação entre o sabor doce e a ingestão de alimentos com base nas três hipóteses abaixo:

  • Os LCSs interrompem o controle aprendido da ingestão de energia (hipótese da confusão do sabor doce);
  • Exposição à doçura aumenta o desejo de doçura (hipótese da paixão por doce);
  • Os consumidores supercompensam conscientemente as ‘calorias economizadas’ quando sabem que estão consumindo LCSs (hipótese da supercompensação consciente).

Rogers revisou as evidências de estudos em seres humanos, animais e metanálises, e declarou: “as recentes metanálises de estudos controlados randomizados de efeitos agudos e de prazos mais longos em humanos encontraram evidências claras de que o consumo de LCSs comparado ao do açúcar reduz de fato a ingestão de energia e o peso corporal”. Estudos laboratoriais demonstraram que adultos e crianças consomem mais calorias em uma refeição-teste após consumirem LCSs do que quando consomem uma pré-carga de açúcar. Porém, a ingestão total da pré-carga e da refeição é menor quando as pessoas consomem LCSs do que com o açúcar. Como os estudos laboratoriais podem não ter resultados semelhantes aos dos cenários da “vida real”, foram também realizados estudos a longo prazo e demonstraram que a dimensão do efeito dos LCSs versus açúcar é −1·41 (95% CI −2·62, −0·20) kg para adultos e −1·02 (95% CI −1·52, −0·52) kg para crianças. Os estudos prospectivos também não demonstraram uma associação geral entre consumo de LCSs e peso corporal, mas deve-se ressaltar que a causalidade reversa pode ser evidente em alguns estudos com um efeito. Por último, os estudos com roedores demonstraram que LCSs reduziram o peso ou não tiveram efeito em camundongos e ratos.

Na revisão dos estudos em animais realizados para testar se os adoçantes de baixo teor calórico interrompem o controle do consumo de energia aprendido, Rogers observa que os resultados dos estudos iniciais não foram replicados e que os resultados contradizem a hipótese da confusão de sabor. Ademais, ele observa um problema com a linha de raciocínio de que a doçura poderia ser um guia útil no controle da ingestão de energia porque o nível de doçura não prevê de forma confiável o conteúdo energético de diferentes alimentos e bebidas na dieta humana.

Por fim, Rogers avaliou as evidências de que indivíduos podem supercompensar e consumir mais calorias do que os que “economizaram” consumindo um produto com LCS em comparação a um produto adoçado com açúcar. Ele observa que foram realizados estudos laboratoriais de curto prazo para reduzir o risco de os indivíduos perceberem a diferença entre produtos adoçados com LCSs e os adoçados com açúcar. Isto difere dos cenários da vida real em que consumidores provavelmente estarão cientes do consumo de um produto de energia relativamente baixa. O autor declara: “em suma, há poucas evidências de compensação consciente por consumo de LCSs. Os estudos, no entanto, não modelaram todos os usos cotidianos dos LCSs. Por exemplo, embora possa haver pouca ou nenhuma compensação consciente quando LCSs são substituídos pelo açúcar como parte da dieta para perda de peso com ‘contagem de calorias’, pode ocorrer compensação total ou até supercompensação quando a escolha do LCS é usada como desculpa pelo excesso. Por fim, a compensação consciente pode ser descartada como influência na ingestão total de energia se o consumidor não estiver ciente de que está consumindo LCSs.

Rogers chegou às seguintes conclusões sobre cada uma das alegações consideradas:

  • LCS e ingestão de energia: “doçura não é um prognosticador confiável de densidade de energia”, absolvendo, portanto, os LCSs da acusação de que interrompem o controle da ingestão de energia;
  • LCS e o desejo de doçura: os estudos indicam que o consumo de bebidas com LCSs não aumenta a ingestão de energia em comparação com a água, e pode ter a vantagem de satisfazer o desejo de doçura quando consumidas pouco antes ou com a refeição.
  • LCS e supercompensação: “há poucas evidências de compensação consciente pelo consumo de LCSs”. Na utilização de refeições-teste com pré-carga há uma compensação parcial na ingestão de energia pela diferença no teor de energia do LCS versus do açúcar.

A conclusão geral é que o corpo de evidências atual sugere que os LCSs podem reduzir o açúcar e a ingestão calórica total e que, no mínimo, qualquer efeito contraproducente dos LCSs são superados pela compensação incompleta pelo teor energético reduzido dos alimentos e bebidas com LCSs.


5 Ways to Stay Hydrated All Year Long

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By: Jessica Levinson, MS, RDN, CDN —
Hydration is something we think about often during the hot summer months when we’re noticeably thirsty and sweaty, but as the temperature starts to drop from fall into winter, we’re less likely to hydrate as much as we should.  Dehydration, which can lead to constipation, kidney stones, and mood changes, is a concern all year long but may be less on our minds during the cooler months.

The Institute of Medicine recommendation for daily total water intake, which includes beverages and food, is 2.7 liters (91 ounces) for women and 3.7 liters (125 ounces) for men.1 According to a 2013 study, U.S. adults drank an average of 39 ounces of water daily – 60 to 70 percent less than what is recommended.2

Clearly, we need to be doing a better job at hydrating ourselves, no matter what the season. Here are five ways to stay hydrated all year long.

Keep it front and center.

Whether you carry around a reusable water bottle or you keep your favorite cup on your desk, make sure it’s constantly filled and easy to drink from. Some people find they drink more from a straw than an open top or a sport cap bottle – find what works for you and stick with it.

All beverages count and so does food.

Many people think only plain water counts toward daily water intake, but that’s not the case. Juice, coffee or tea, beer or wine, or a diet soda all increase your water intake. Based on the current evidence, caffeinated and alcoholic beverage consumption contribute to fluid intake and do not increase appreciable fluid loss.

However, it’s important to consider the calories that beverages contribute to your dietary intake. Fluid intake can contribute a wide range of calories to your intake. For example, plain or carbonated water contribute zero calories while an 8 oz serving of a full calorie beverage can exceed 100 calories.

Food also adds to daily water intake, with water-rich fruits and vegetables contributing the most. Tomatoes, watermelon, cucumbers, strawberries, and broccoli are all at least 90 percent water by weight. Sounds like the makings of a hydrating salad! Soup is also a great way to boost your fluid intake and stay warm during colder months.

Make it taste good.

Plain water is the purest, most natural form of hydration, but it’s not so easy to drink nearly 100 ounces – about 12 cups – of water every single day. Luckily there are many delicious ways to boost the flavor of our drinks without adding calories and sugar. Try adding sliced cucumbers, limes, or the tops of strawberries to your glass of water. You can even get a water bottle with an infuser to take your “spa water” (as I like to call it) on the go. Or add a drop or two of a liquid water enhancer for a flavor boost. Look for ones made with low- and no-calorie sweeteners like stevia.

Keep it room temperature.

One of the reasons so many people reduce their water intake in the fall and winter is the cold temperatures. You’re not looking to quench your thirst as much when it’s snowing out and an ice cold drink is the last thing you want when you need to warm up. To help with this problem, keep your water bottle at room temperature and rely on warm beverages like coffee and tea to increase your fluid intake and stay warm. Just be mindful what you add to those hot beverages and stick with low-fat dairy and low- or no-calorie sweeteners to keep calories and added sugar in check.

Enjoy your favorite beverages.

No matter what season it is, there’s no reason not to drink what you love. Even higher calorie beverages can be part of a healthy, balanced, and well-hydrated diet, as long as you take some measures to make them healthier. For example, start your morning with a protein-rich drink like this Blueberry Pomegranate Smoothie and this winter warm up with a cup of Cinnamon Hot Chocolate made with low-fat milk, unsweetened cocoa, and a stevia sweetener.

References
  1. Institute of Medicine. Dietary Reference Intakes for Water, Potassium, Sodium, Chloride, and Sulfate. Institute of Medicine Panel on Dietary Reference Intakes for Electrolytes and Water, Standing Committee on the Scientific Evaluation of Dietary Reference Intakes Washington, D.C. National Academies Press 2005.
  2. Drewnowski A, Rehm CD, Constant F. Water and beverage consumption among adults in the United States: cross-sectional study using data from NHANES 2005–2010. BMC Public Health. 2013;13(1):1068.

 

Jessica Levinson, MS, RDN, CDN is a registered dietitian nutritionist and culinary nutrition expert. She has extensive experience as a recipe developer, writer, editor, and speaker. She is the co-author of We Can Cook: Introduce Your Child to the Joy of Cooking with 75 Simple Recipes and Activities (Barron’s, 2011), past columnist for the Culinary Corner column in Today’s Dietitian Magazine, and maintains a popular blog at JessicaLevinson.com. Jessica is an active member of the Academy of Nutrition and Dietetics (AND) and various Dietetic Practice Groups of the AND, including Nutrition Entrepreneurs, Food and Culinary Professionals, and Dietitians in Business and Communications. Follow her out on Twitter, Facebook, Instagram, and Pinterest.

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